IPLeiria ensina mandarim nas escolas secundárias

No dia 14 de julho, no âmbito do projeto-piloto de ensino do Mandarim, o Ministério da Educação e Ciência (Mec) assinou um protocolo de colaboração com o Instituto Confúcio da República Popular da China.
chines_17_7_15A partir de setembro, centenas de alunos do ensino secundário de 21 escolas portuguesas vão aprender mandarim. Os professores serão chineses e vão contar com o apoio de oito instituições portuguesas de ensino superior. 
O Politécnico de Leiria, que irá dar apoio a três escolas em Leiria, Alcobaça e Marinha Grande, é um dos três institutos politécnicos envolvidos nesta iniciativa:

Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Leiria;

Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça;

Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte, Marinha Grande.

 

Foram igualmente assinados protocolos de colaboração entre o Ministério da Educação e Ciência e as oito Instituições de Ensino Superior parceiras, que preveem o acompanhamento dos docentes nas 21 escolas que provisoriamente integram o projeto, em coordenação com as direções das escolas. O número final de estabelecimentos de ensino está dependente do número de alunos matriculados na disciplina, dado disponível somente após o encerramento do período de matrículas. O projeto poderá ser alargado no ano letivo de 2016/2017 a mais agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.
O embaixador da República Popular da China em Portugal, Huang Songfu, lembrou que o mandarim é a atualmente a língua mais falada em todo o mundo e que “a Língua é uma ponte muito importante de ligação entre dois povos”.

 

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O projeto-piloto vai abranger alunos do 10.º ano de escolaridade dos Cursos Científico-Humanísticos e as orientações curriculares estão a ser preparadas por um grupo de trabalho coordenado pela Direção-Geral da Educação e que integra igualmente representantes indicados pelas Instituições de Ensino Superior e parceiros que colaboram com o MEC neste projeto. 

Durante a cerimónia, que contou com a presença de responsáveis das escolas, assim como do Secretário do Ensino e da Administração Escola, João Casanova de Almeida, e do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Fernando Egídio Reis, Nuno Crato disse ainda que espera ver o projeto alargado a mais escolas no próximo ano letivo.