Politécnico de Leiria é Líder na Inovação e o primeiro politécnico do país com o maior número de registos de patentes internacionais

O Politécnico de Leiria é um Líder na Inovação e assume o primeiro lugar na “categoria Institutos Politécnicos” conforme o ranking 2017-2019 do Consumer Guidance Institute Portugal, publicado este mês de outubro, sendo o primeiro politécnico do país com o maior número de pedidos e registos de patentes internacionais. A instituição posiciona-se no quinto lugar nacional, entre diferentes entidades públicas e privadas, nas classes de patentes de Necessidades Humanas e Engenharia Mecânica.

«O Politécnico de Leiria já é um Líder na Inovação em Portugal, o que nos deixa cheios de orgulho pelo trabalho desenvolvido até agora. Hoje temos cerca de 270 direitos de propriedade industrial registados, dos quais 32 patentes nacionais e sete patentes internacionais», afirma Rui Pedrosa, presidente do Politécnico de Leiria. «Uma parte das nossas patentes é registada em co-titularidade com as empresas que colaboram connosco em consórcio nos projetos, o que já representa uma possibilidade para posterior transferência e comercialização.»

A Consumer Guidance Institute Portugal lançou o primeiro Prémio de Inovação Nacional, destinado a distinguir organizações que se dedicam à Investigação e Desenvolvimento (I&D), com o intuito de criar e registar patentes. A qualidade da inovação é um dos fatores contabilizados, assim como a natureza de I&D. De acordo com a Consumer Guidance Institute Portugal, o pedido de registo de patentes no Instituto Europeu de Patentes tem vindo a aumentar, embora o número em Portugal ainda seja baixo quando comparado a outros países.

Recorde-se que, segundo o Barómetro Inventa – Patentes Made In Portugal 2020, divulgado recentemente, o Politécnico de Leiria é também o único do país que integra o ranking das 20 instituições mais ativas nos pedidos de patentes. Está no 12.º lugar no ranking dos pedidos de patente, apresentando 13 famílias de patentes (isto é, o pedido de patente relacionado com uma invenção submetido pela primeira vez, em algum instituto). É também a sexta instituição de ensino superior com mais pedidos, ainda de acordo com esta listagem nacional.

O Barómetro Inventa denota o crescimento do pedido de patentes, patentes concedidas ou de patentes válidas existentes no país, o que revela uma grande qualidade das tecnologias desenvolvidas por empresas ou inventores portugueses. O documento oficial evidencia ainda que as invenções desenvolvidas por requerentes nacionais estão cada vez mais a internacionalizar-se.

«A questão da transferência da investigação para a Economia é ainda um desafio por cumprir, e por isso continuamos a dinamizar estratégia para estimular a cooperação entre os nossos “inventores” e as potenciais empresas interessadas desde o início do processo de pedido de uma patente», acrescenta Rui Pedrosa.