Mobilidade para Países Parceiros

(não UE)

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ICM- International Credit Mobility

Abertura de candidaturas a 1 de Setembro de 2018

Durante cerca de 25 anos o Erasmus esteve restrito aos países da UE e a alguns países na Europa com os quais mantinha relações privilegiadas no que toca à mobilidade no Ensino Superior.

Desde 2014 o programa Erasmus + expandiu a sua atividade para os chamados Países Terceiros, ou seja, qualquer país que não faça parte da UE.

Para ter acesso aos países abrangidos por esta ação consulte as páginas 23 e 24 do Guia Erasmus 2018. Ver aqui

Os países da ação, denominada ICM ou KA 107, estão divididos em envelopes. No entanto, as parcerias variam de ano para ano consoante as regras estabelecidas anualmente e ainda a acessibilidade a fundos, já que é necessário cofinanciamento do país terceiro envolvido. O tipo de mobilidade é muito semelhante ao existente para as ações do KA103, a mobilidade de estudos ou estágios para estudantes, de Staff docente ou não docente e tanto incoming como outgoing, se bem que a mobilidade incoming é mais beneficiada, já que se pretende incentivar os países terceiros a tomarem conhecimento do Ensino Superior na UE.

O Politécnico de Leiria tem de momento disponíveis para o ano de 2017/2018 as seguintes mobilidades, com os parceiros abaixo indicados:

Ucrânia

  • Donetsk National Technical University

    Bielorrússia 

    Polostsk National University

    Rússia 

    • North Caucasus University

     

    Edital de candidaturas 2018-2019 

    Edital – Resultados das candidaturas 2018-2019

     

     

    Testemunhos

    Professor Rui Manuel Fonseca Pinto – ESTG

    Participei no âmbito do programa Erasmus + ICM (International Credit Mobility) num programa de Mobilidade para docentes (STA) durante uma semana com a Universidade de Sarajevo na Bósnia-Herzegovina.Saravejo

    Apesar de não ser a minha primeira experiência em programas Erasmus (já estive na Eslováquia, Itália, e Argentina) , desta vez foi um pouco diferente. Este é um programa em que as instituições parceiras estão fora da União Europeia, e neste caso em particular, fui para um país com uma história recente de guerra que ainda continua a tentar erguer-se, com muita vontade de mostrar que tem condições de se juntar ao grupo dos que estão dentro da UE. O facto de poderem participar nestes programas Erasmus como países parceiros é visto na Academia como um sinal positivo e de esperança nessa vontade de aproximação.

    Em função dos meus interesses de investigação e do que entendi poder constitutir como mais valia para o grupo que me recebeu, escolhi o Laboratory for Fusion of Artificial Intelligence to Bioinformatics and Biomedical Engineering (AIB) do departamento de Computação e Informática da Faculdade de Engenharia Eletrotécnica na Universidade de Sarajevo.

    Fui uma experiência desafiante, intensa, enriquecedora e com uma abrangência cultural e histórica marcantes, que não se resumiu às atividades formais  programadas  no STA (aulas, seminários e reuniões com o reitor e com os alunos).

    Ficou desta curta passagem por Sarajevo a vontade de pensar em parcerias estratégicas entre os grupos de investigação, ficou a necessidade de explicar que estes programas fazem sentido,   e ficou a vontade de voltar a Sarajevo e assistir à mudança que está a emergir, numa cidade em que as religiões convivem de forma pacífica sem radicalismos cruéis ou conservadorismos utópicos.

    Saravejo