

Cidadãos do Mundo
Manuel Botelho
MOSTRA DE FILME
17 DE MARÇO DE 2026, 15H
AUDITÓRIO DO EP.2 – ESAD.CR
Em tempos de incerteza, a humanidade acelera a fundo. A nossa atenção dispersa-se em todas as direções. O tempo colapsa perante tanta pressão e não podemos parar. As mensagens que nos chegam contradizem-se, as informações e as desinformações confundem-se. Na falta de condições para estudar e refletir, ficamos vulneráveis à solução mais fácil. Os slogans populistas que bombardeiam os nossos ouvidos são apelativos e fáceis de adotar quando decidimos à pressa, sem pensar de forma séria, informada e racional. As consequências serão nefastas.
Como tantos outros, não aceito este destino de trevas. Quero que sejamos capazes de construir, coletivamente, reflexivamente, um futuro melhor, mais justo e equitativo. Tudo depende de nós, Cidadãos do Mundo.
Evento inserido na #2 Bienal Cultura e Educação “E em vez do medo?”, do Plano Nacional das Artes.
Manuel Botelho
Nasceu em Lisboa em 1950. É artista plástico e professor associado jubilado da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Vive e trabalha em S. Pedro do Estoril.
Licenciatura em Arquitetura, ESBAL (1976). Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Byam Shaw School of Art e na Slade School of Fine Art, Londres (1983-85 e 1985-87). Doutoramento em Belas Artes /Pintura, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, 2006.
Participou em múltiplas mostras coletivas. Entre as suas exposições individuais podem destacar-se as seguintes: Fundação Calouste Gulbenkian (1986; 1994); Museu Nacional de Arte Antiga (2000; 2019-20); Centro de Arte Moderna Gulbenkian (2005); Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2008); Fundação EDP (2008); Centro Cultural de Lagos (2005; 2009); Fundação PLMJ (2012); Pavilhão Preto, Museu da Cidade, C. M. Lisboa (2014); Galeria do Parque, V. N. Barquinha (2014-15); Convento dos Capuchos, C. Caparica (2019-2020); e ainda nas galerias Módulo (Lisboa e Porto), Flowers East (Londres), Miguel Nabinho (Lisboa), Fernando Santos (Porto), João Esteves de Oliveira (Lisboa), etc. Está representado em coleções públicas e privadas, podendo destacar-se as seguintes: Caixa Geral de Depósitos; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação EDP; Fundação PLMJ; Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), Lisboa.