O morcego bibliotecário

Resumo

«O Morcego Bibliotecário» tem como pano de fundo um facto verídico reportado, de quando em vez, pela comunicação social: os morcegos, pela sua habilidade em capturar insetos, asseguram a preservação dos livros de algumas das mais antigas e relevantes bibliotecas portuguesas, como a biblioteca joanina da Universidade de Coimbra e a biblioteca do Palácio de Mafra. Além de informações sobre as diversas espécies de morcegos e do seu habitat, esta história com asas enfatiza sobretudo o amor aos livros e à leitura. É esta razão que leva Franjinhas, o protagonista da narrativa, a deixar a sua família e a sua comunidade para suceder ao velho Ferradura como bibliotecário no palácio distante e assim dar continuidade a uma ilustre linhagem de morcegos bibliotecários. A este criativo argumento, sonhado por Carmen Zita Ferreira, o ilustrador Paulo Galindro empresta e dedica toda a sua arte e paixão, experimentando pela primeira vez mostrar a grandeza do seu apelido materno (Paulo Jorge Carvão Galindro) na técnica (de ilustração) de um livro. O resultado é absolutamente fantástico.