Ciências do Envelhecimento

Ciências do Envelhecimento

Tipo de curso:
Mestrado

Apresentação do curso

Entre as grandes transformações e desafios das sociedades contemporâneas encontra-se a transição demográfica, trazida pelo aumento da longevidade, pela diminuição da natalidade e da mortalidade, como consequência da melhoria dos cuidados de saúde e das condições de vida. O envelhecimento da população é um fenómeno de contornos mundiais e assume lugar de destaque nas agendas políticas e nos domínios de intervenção social, educativa e intervenção em saúde.

A singularidade dos processos de envelhecimento e a pluralidade de experiências e de trajetórias das pessoas que vivem a fase mais tardia da sua trajetória de vida obrigam a uma reflexão ampla sobre as respostas e as estratégias de intervenção social, educativa e de saúde com a população sénior.. Para todos, e em todos os contextos, dever-se-á contar com profissionais competentes, qualificados e empenhados em promover um envelhecimento saudável. Uma intervenção que exige, por um lado, o reconhecimento da heterogeneidade das necessidades e solicitações e, por outro, uma intervenção individualizada, tendo em conta as especificidades de cada ser humano e o contexto onde se insere. 

O Mestrado em Ciências do Envelhecimento visa promover nos estudantes competências para melhorar a sua capacidade de resposta às transformações, decorrentes do envelhecimento da população que assume lugar de destaque nas agendas políticas e nos domínios de intervenção social e da saúde. Por outro lado, neste mestrado pretende-se promover o desenvolvimento de competências de investigação e de aprendizagem ao longo da vida, que potencie o repensar das políticas públicas, com o envolvimento de múltiplos setores, como a saúde, a educação, a segurança social e o trabalho, a economia, a justiça, o planeamento e desenvolvimento dos territórios, a habitação, os transportes, o turismo, as novas tecnologias e a cultura.

Coordenador do curso

(em atualização)

Escola

Cidade

Idioma

Português

Regime

Pós-laboral

Duração

2 anos

Vagas

Total de vagas: 40

  • Especialização Intervenção em Saúde: 20
  • Especialização Intervenção Social e Educativa: 20

Registo DGES

Objetivos

O mestrado em Ciências do Envelhecimento tem o intuito de:

  1. Formar profissionais com visão integradora e capacidade transformadora, para intervenção multiprofissional e interdisciplinar junto da população idosa;
  2. Formar profissionais que promovam um envelhecimento com mais saúde desenvolvendo e aplicando intervenções junto das pessoas idosas, famílias, instituições e outros contextos que integram pessoas idosas;
  3. Formar profissionais que sejam capazes de desenvolver o conhecimento na área das ciências do envelhecimento através da investigação, inovação e desenvolvimento.

De forma específica, este mestrado visa:

  • Promover o desenvolvimento de competências científicas, técnicas, relacionais e éticas dos profissionais, que contribuam para potenciar a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas idosas;
  •  Aprofundar conhecimentos sobre o processo de envelhecimento humano nas diversas dimensões numa perspetiva integrada e multidisciplinar;
  • Conhecer métodos de avaliação e de intervenção em Gerontogeriatria;
  • Aplicar o conhecimento no desenvolvimento de programas, serviços ou praticas que visem dar resposta aos desafios/constrangimentos decorrentes das tendências atuais do envelhecimento demográfico;
  • Desenvolver competências para implementação de intervenções promotoras do envelhecimento ativo e saudável, envolvendo as pessoas idosas, famílias, cuidadores e comunidades;
  • Promover competências de trabalho em equipa interdisciplinar e com parceiros institucionais;
  • Implementar planos de intervenção orientados para a funcionalidade do idoso nas diversas dimensões
1. Ano – Ramo de Intervenção em Saúde
Código Nome Semestre ECTS Duração
1S 6 35 h

CP1. Epidemiologia do envelhecimento
1.1. Envelhecimento normal e patológico
1.2. Mortalidade e Morbilidade
1.3. Fragilidade e Vulnerabilidade
1.4. Comorbilidades clínicas e patologias mais frequentes
1.5. Saúde mental do idoso
1.6. Demências e outras perturbações neurodegenerativas
CP2. Alterações biopsicossociais do envelhecimento
2.1. Alterações biológicas e fisiológicas
2.2. Alterações psicológicas (emocionais e cognitivas)
2.3. Alterações sociais
2.4. Alterações funcionais
CP3. Saúde e envelhecimento
3.1. Determinantes em saúde
3.2. Promoção da saúde e Prevenção da doença
3.3. Autonomia e independência em saúde
3.4. Qualidade de vida e bem-estar
3.5. Envelhecimento ativo e saudável
CP4. Cuidados em fim de vida
4.1. Cuidados paliativos
4.2. Cuidados de conforto e bem-estar
4.3. Estratégias de comunicação de más noticias e gestão da incerteza/esperança
4.4. A morte e o luto
4.5. Atitudes e crenças face à morte e ao fim-da-vida
4.6. Estratégias de apoio

1S 6 35 h

CP1. Envelhecimento demográfico e implicações da longevidade humana
CP2. Proteção social e sustentabilidade
CP3. Processos de envelhecimento

  • Paradigmas do envelhecimento
  • Singularidades e trajetórias de vida
  • Estatuto e papéis sociais das pessoas idosas
  • Adaptação à reforma e projetos de vida
    CP4. Envelhecimento contemporâneo e repercussões psicossociais
  • Idadismo, gerontofobia e estigma social
  • Contextos, agentes e processos de violência
  • Isolamento e solidão
    CP5. Respostas sociais: evolução e inovação no apoio às pessoas idosas e suas famílias
    CP6. Redes sociais, famílias e cuidados informais
  • Desafios, constrangimentos e implicações na prestação de cuidados informais
  • Estratégias e redes de suporte aos cuidadores informais
1S 6 45 h

CP1 – Desenhos de investigação e suas fases
1.1 Conceptualização de um estudo científico
1.2 Etapas da investigação
1.3 Técnicas/instrumentos de recolha de dados
1.4 Estudo psicométrico de instrumentos
1.5 Ética em investigação e conduta do investigador
CP2– Prática baseada na evidência
2.1 Prática baseada na evidência e tomada de decisão
2.2 Metodologias de síntese de evidência
2.3 Revisão sistemática de literatura
2.4 Avaliação da qualidade metodológica
2.5 Protocolos de revisão sistemática
CP3 – Metodologias de análise de dados
3.1 Estatística descritiva/inferencial: Programas estatísticos
3.2 Apresentação, análise e avaliação de dados quantitativos
3.3 Pressupostos da análise de dados em investigação qualitativa
3.4 Análise/interpretação dos achados de estudos de natureza qualitativa
3.5 Programas de análise de dados qualitativos
CP4 – Redação e divulgação do conhecimento
4.1 Escrita científica e divulgação dos resultados
4.2 Comunicação da Ciência

1S 6 40 h

CP1. A moral e a ética
1.1 Princípios bioéticos. Questões éticas, ontológicas e legais da praxis
1.2 Processo de tomada de decisão: cuidados em fim de vida, eutanásia e morte assistida, autonomia,
consentimento e representante legal.
CP2. Direito e Gerontologia
2.1 Direitos humanos e grupos vulneráveis [idosos]: ordenamento jurídico internacional, europeu e
nacional
2.2 A colisão de direitos no quadro da emergência de saúde pública: transparência vs. privacidade e
proteção de dados; direito (coletivo) à saúde vs. liberdades (individuais) fundamentais
2.3 O regime das incapacidades na ordem jurídica portuguesa: o maior acompanhado
2.4 Os direitos da segurança social (proteção da saúde e da velhice) e o estatuto do cuidador informal
2.5 Humanização da saúde e testamento vital
CP3. Envelhecimento e políticas sociais, económicas e de saúde
3.1. Política social e programas nacionais e internacionais na área do envelhecimento: proteção social, (planeamento da) reforma e
segurança económica

1S 6 45 h

CP1- Comunicação e relações interpessoais na prestação do cuidado geriátrico
CP2- Avaliação multidimensional da pessoa idosa – dimensão funcional, nutricional, mental, social e clínica.
CP3- Diagnóstico ao nível dos recursos sociais, económicos, saúde física, mental, atividades do dia-a-dia e utilização de serviços.
CP4- Dimensões a avaliar na fragilidade e outras síndromes geriátricas
CP5 – A importância dos diagnósticos participativos em geriatria
CP6-Os diagnósticos e a prevenção e promoção da saúde e bem-estar

2S 5 45 h

CP1. Abordagem empírica ao Envelhecimento Humano e tecnologia
1.1. Fundamentos de Gerontotecnologia
1.2. Interfaces e diversidade humana: Acessibilidade, usabilidade e design universal
1.3. Emaranhados digitais: Tecnologias e sociedade de informação
1.4. Tecnologias para a Funcionalidade e independência
1.5. Tecnologias para a (re)habilitação
1.6. Tecnologias para a saúde e bem-estar
1.7. Tecnologias para o cuidado
1.8. Análise de soluções integradas
CP2. Implementação e desenvolvimento de gerontotecnologia
2.1 Capacitação da pessoa idosa
2.2 Configurar para a pessoa idosa
2.3 Design Centrado no utilizador – co-desenho

2S 5 30 h

CP1. SAUDE E PARADIGMAS DE SAÚDE

  1. Conceitos de saúde
  2. Da Prevenção à Promoção da Saúde (PS)
  3. PS: uma abordagem estratégica e ética
    CP2. ENVELHECIMENTO, DOENÇAS CRÓNICAS E DESIGUALDADES EM SAÚDE
  4. As doenças crónicas no mundo
  5. Impacte das doenças crónicas não transmissíveis no desenvolvimento humano
  6. Princípios de prevenção e controlo das doenças crónicas
  7. Modelos de cuidados a doentes crónicos
  8. Direitos e co-responsabilização social
    CP3. A EDUCAÇÃO E A SAÚDE
  9. Literacia em saúde
  10. Competências individuais e das comunidades
  11. O sistema de saúde e a literacia em saúde
  12. Obstáculos à educação para a saúde
  13. Teorias explicativas da mudança do comportamento
  14. Educação, literacia e empowerment
    CP4. CAPACITAÇÃO DOS INDIVÍDUOS, DAS ORGANIZAÇÕES E DAS COMUNIDADES
  15. A PS numa perspetiva de Capacitação
  16. Capital social e saúde
  17. Suporte social
  18. A importância da coesão social
  19. Redes Sociais
  20. Capacitação de uma comunidade
  21. Capacitar as organizações
2S 10 75 h

CP1. Adaptação aos processos de saúde-doença na pessoa idosa
1.1. Transição saúde/doença
1.2. A gestão da doença e do regime terapêutico
1.3. Fatores que interferem na transição saúde/doença: indicadores pessoais e sociais de vulnerabilidade e de resiliência;
1.4. A família e os cuidadores informais na transição saúde/doença;
CP2. Gestão eficaz de Autocuidado na pessoa idosa
2.1. Gestão de autocuidados: físicos; emocional; sociais e espirituais
2.2. Elaboração de Planos individuais de Cuidados
CP3. Gestão de Regimes Terapêuticos complexos na pessoa idosa
3.1. Regime terapêutico como autocuidado
3.2. Comorbilidades e controlo sintomático na pessoa idosa com doença crónica
3.3. Self management e adesão terapêutica
3.4. Farmacoterapia em Geriatria
3.5 Reconciliação terapêutica
CP4. Relações Terapêuticas Eficazes na pessoa idosa

2S 10 75 h

CP1. Cognição: enquadramento conceptual
CP1.1 Neuroanatomia, neurofisiologia e impacto do envelhecimento na cognição
CP1.2. Funções executivas e cognitivas
CP1.3. Declínio cognitivo e impacto na capacidade funcional
CP1.4. Modelos teóricos cognitivos e de aprendizagem
CP2. Métodos e técnicas de avaliação das funções cognitivas
CP2.1 Metodologias de avaliação cognitiva
CP3. Reabilitação cognitiva das funções cognitivas
CP3.1 Princípios da reabilitação cognitiva
CP3.2. Modelos de intervenção na cognição
CP3.3 Métodos e técnicas de intervenção nas perturbações neurocognitivas específicas
CP4. Reabilitação cognitivo-funcional
CP4.1. Princípios da cognição e da funcionalidade
CP4.2. Funções exigidas na execução das atividades da vida diária
CP4.3. Intervenção cognitivo-comportamental na saúde mental
CP5. Elaboração de planos de reabilitação cognitiva
CP5.1. Definição da problemática, objetivos, plano de intervenção, monitorização e impacto do plano.

2. Ano – Ramo de Intervenção em Saúde
Código Nome Semestre ECTS Duração
Anual 60

Dissertação

Os estudantes deverão produzir um relatório de dissertação, devidamente sustentado do ponto de vista teórico e prático, sob a orientação
de um professor/investigador. Para o desenvolvimento do processo de investigação é essencial:
CP1. A identificação da problemática de pesquisa
CP2. A construção do enquadramento teórico de suporte
CP3. A delimitação de um problema e dos objetivos de pesquisa
CP4. O desenho da metodologia
CP5. A recolha, análise e discussão de dados
CP6. A redação do trabalho final
CP7- Apresentação e discussão dos resultados
Os estudantes deverão mobilizar os conteúdos e os conhecimentos teórico-práticos lecionados nas unidades curriculares dos 1º e 2º
semestres do curso. Em complemento, cada estudante desenvolverá pesquisa teórica no domínio científico em que enquadra o seu
trabalho e aprofundará o conhecimento de estratégias metodológicas adequadas à concretização da investigação, sob a orientação do seu
orientador científico.

Trabalho de Projeto

Os estudantes deverão produzir um relatório de projeto, sustentado do ponto de vista teórico e prático, sob a orientação de um
professor/investigador. Para o desenvolvimento de um projeto de investigação-ação é essencial:
CP1. A identificação da problemática de intervenção
CP2. A realização de um diagnóstico de necessidades
CP3. A construção do enquadramento teórico de suporte
CP4. O planeamento da intervenção e das técnicas de recolha de dados
CP5. A realização e avaliação da intervenção
CP6. A redação do trabalho final
CP7- Apresentação e discussão dos resultados
Os estudantes deverão mobilizar os conteúdos e os conhecimentos teórico-práticos lecionados nas unidades curriculares dos 1º e 2º
semestres do curso. Em complemento, cada estudante desenvolverá pesquisa teórica no domínio científico em que enquadra o seu
trabalho e aprofundará o conhecimento de estratégias metodológicas adequadas à concretização do seu projeto, sob a orientação do seu
orientador científico.

1. Ano – Ramo de Intervenção Social e Educativa
Código Nome Semestre ECTS Duração
1S 6 35 h

CP1. Epidemiologia do envelhecimento
1.1. Envelhecimento normal e patológico
1.2. Mortalidade e Morbilidade
1.3. Fragilidade e Vulnerabilidade
1.4. Comorbilidades clínicas e patologias mais frequentes
1.5. Saúde mental do idoso
1.6. Demências e outras perturbações neurodegenerativas
CP2. Alterações biopsicossociais do envelhecimento
2.1. Alterações biológicas e fisiológicas
2.2. Alterações psicológicas (emocionais e cognitivas)
2.3. Alterações sociais
2.4. Alterações funcionais
CP3. Saúde e envelhecimento
3.1. Determinantes em saúde
3.2. Promoção da saúde e Prevenção da doença
3.3. Autonomia e independência em saúde
3.4. Qualidade de vida e bem-estar
3.5. Envelhecimento ativo e saudável
CP4. Cuidados em fim de vida
4.1. Cuidados paliativos
4.2. Cuidados de conforto e bem-estar
4.3. Estratégias de comunicação de más noticias e gestão da incerteza/esperança
4.4. A morte e o luto
4.5. Atitudes e crenças face à morte e ao fim-da-vida
4.6. Estratégias de apoio

1S 6 35 h

CP1. Envelhecimento demográfico e implicações da longevidade humana
CP2. Proteção social e sustentabilidade
CP3. Processos de envelhecimento

  • Paradigmas do envelhecimento
  • Singularidades e trajetórias de vida
  • Estatuto e papéis sociais das pessoas idosas
  • Adaptação à reforma e projetos de vida
    CP4. Envelhecimento contemporâneo e repercussões psicossociais
  • Idadismo, gerontofobia e estigma social
  • Contextos, agentes e processos de violência
  • Isolamento e solidão
    CP5. Respostas sociais: evolução e inovação no apoio às pessoas idosas e suas famílias
    CP6. Redes sociais, famílias e cuidados informais
  • Desafios, constrangimentos e implicações na prestação de cuidados informais
  • Estratégias e redes de suporte aos cuidadores informais
1S 6 45 h

CP1 – Desenhos de investigação e suas fases
1.1 Conceptualização de um estudo científico
1.2 Etapas da investigação
1.3 Técnicas/instrumentos de recolha de dados
1.4 Estudo psicométrico de instrumentos
1.5 Ética em investigação e conduta do investigador
CP2– Prática baseada na evidência
2.1 Prática baseada na evidência e tomada de decisão
2.2 Metodologias de síntese de evidência
2.3 Revisão sistemática de literatura
2.4 Avaliação da qualidade metodológica
2.5 Protocolos de revisão sistemática
CP3 – Metodologias de análise de dados
3.1 Estatística descritiva/inferencial: Programas estatísticos
3.2 Apresentação, análise e avaliação de dados quantitativos
3.3 Pressupostos da análise de dados em investigação qualitativa
3.4 Análise/interpretação dos achados de estudos de natureza qualitativa
3.5 Programas de análise de dados qualitativos
CP4 – Redação e divulgação do conhecimento
4.1 Escrita científica e divulgação dos resultados
4.2 Comunicação da Ciência

1S 6 40 h

CP1. A moral e a ética
1.1 Princípios bioéticos. Questões éticas, ontológicas e legais da praxis
1.2 Processo de tomada de decisão: cuidados em fim de vida, eutanásia e morte assistida, autonomia,
consentimento e representante legal.
CP2. Direito e Gerontologia
2.1 Direitos humanos e grupos vulneráveis [idosos]: ordenamento jurídico internacional, europeu e
nacional
2.2 A colisão de direitos no quadro da emergência de saúde pública: transparência vs. privacidade e
proteção de dados; direito (coletivo) à saúde vs. liberdades (individuais) fundamentais
2.3 O regime das incapacidades na ordem jurídica portuguesa: o maior acompanhado
2.4 Os direitos da segurança social (proteção da saúde e da velhice) e o estatuto do cuidador informal
2.5 Humanização da saúde e testamento vital
CP3. Envelhecimento e políticas sociais, económicas e de saúde
3.1. Política social e programas nacionais e internacionais na área do envelhecimento: proteção social, (planeamento da) reforma e
segurança económica

1S 6 45 h

CP1- Comunicação e relações interpessoais na prestação do cuidado geriátrico
CP2- Avaliação multidimensional da pessoa idosa – dimensão funcional, nutricional, mental, social e clínica.
CP3- Diagnóstico ao nível dos recursos sociais, económicos, saúde física, mental, atividades do dia-a-dia e utilização de serviços.
CP4- Dimensões a avaliar na fragilidade e outras síndromes geriátricas
CP5 – A importância dos diagnósticos participativos em geriatria
CP6-Os diagnósticos e a prevenção e promoção da saúde e bem-estar

2S 6 45 h

CP1. Conceitos e fundamentos enquadradores
1.1. Educação ao longo da vida
1.2. Aprendizagem na idade adulta e na velhice
1.3. Estimulação cognitiva para as pessoas idosas
CP2.Programas e ferramentas de estimulação cognitiva para adultos e idosos
2.1. Treino cognitivo para a prevenção do declínio cognitivo
2.2. Práticas de manutenção da performance da memória
2.3. Programas e exercícios de estimulação cognitiva
CP3. Projetos educativos para adultos e idosos
3.1. No contexto escolar
3.2. No contexto comunitário
CP4. Educação Intergeracional, aprendizagens e envelhecimentos
4.1. Atores e contextos
4.2. Práticas locais, nacionais e internacionais

2S 6 45 h

CP1 Organização e gestão de processos dos clientes/utentes
1.1 Processo de admissão e acolhimento
1.2 Acompanhamento e monitorização
1.3 Plano Individual (PI) de Cuidados
1.4 Proteção de Dados: clientes/utentes
CP2 Organização e gestão de processos dos recursos humanos (RH)
2.1 Recrutamento e seleção
2.2 Processo de admissão e acolhimento
2.3 Manual de funções e de acolhimento
2.4 Análise SWOT e Plano de Ação Estratégico
2.5 Diagnóstico de necessidades e plano de formação
2.6 PI do colaborador
2.7 Proteção de Dados: RH
CP3 Gestão de RH
3.1 Inteligência emocional
3.2 Liderança e Motivação de Equipas
3.3 Relacionamento Interpessoal e trabalho em equipa
3.4 Processos de Comunicação
3.5 Gestão de conflitos
3.6 Avaliação de Desempenho
CP4 Planeamento e humanização dos cuidados
4.1 Diagnóstico de necessidades e potencialidades
4.2 Abordagem centrada na pessoa
4.3 Competências socio emocionais
4.4 Processos e dinâmicas comunicacionais
4.5 Tecnologias apoio aos cuidados

2S 6 45 h

CP1 – Pressupostos e objetivos da intervenção social comunitária;
CP2 – A Intervenção social comunitária com as pessoas idosas;
CP3 – O envelhecimento em casa e na comunidade – Ageing in place;
CP4 – Comunidades, ambientes e territórios amigos das Pessoas Idosas;
CP5 – Fases e procedimentos relativos à conceção, implementação e avaliação de projetos de intervenção social e comunitária.

2S 6 45 h
  1. Estilos de vida saudáveis e vigilância da saúde (alimentação, atividade física, literacia em saúde, práticas de vida saudável)
    1.1 Atividade Física e Exercício Físico
    1.2 Funcionalidade no idoso
    1.3 Adaptações agudas e crónicas com a prática de atividade física
    1.4 Estratégias de manutenção de um estilo de vida ativo ao longo do envelhecimento
    1.5 Programas de atuação multidisciplinares para uma resposta eficaz na prevenção e tratamento de doenças associadas ao sedentarismo
  2. Animação na promoção de estilos de vida saudáveis
    2.1 Participação social, turismo e lazer
    2.2 Cultura e expressões artísticas
    2.3 Animação e recreação desportiva
    2.4 Atividades promotoras de literacia e inclusão digital de adultos idosos
    2.5 Estratégias de animação sociocultural em contextos gerontológicos
    2.6 Modelos e práticas de integração e participação das pessoas idosas na sociedade
2S 6 35 h

Os conteúdos programáticos desta unidade curricular serão ajustados aos percursos temáticos e metodológicos que os estudantes
pretendam desenvolver ao longo da sua formação, mas, genericamente, contemplarão a:
CP1- Apresentação e análise de percursos e processos investigativos no domínio da velhice e do envelhecimento
CP2- Apresentação e discussão de projetos de intervenção social no domínio da velhice e do envelhecimento
CP3- Acesso a resultados de pesquisas científicas e a fontes de informação adequadas aos percursos formativos dos mestrandos

2. Ano – Ramo de Intervenção Social e Educativa
Código Nome Semestre ECTS Duração
Anual 60

Dissertação

Os estudantes deverão produzir um relatório de dissertação, devidamente sustentado do ponto de vista teórico e prático, sob a orientação
de um professor/investigador. Para o desenvolvimento do processo de investigação é essencial:
CP1. A identificação da problemática de pesquisa
CP2.. A construção do enquadramento teórico de suporte
CP3. A delimitação de um problema e dos objetivos de pesquisa
CP4. O desenho da metodologia
CP5. A recolha, análise e discussão de dados
CP6. A redação do trabalho final
CP7. Apresentação e discussão dos resultados
Os estudantes deverão mobilizar os conteúdos e os conhecimentos teórico-práticos lecionados nas unidades curriculares dos 1º e 2º
semestres do curso. Em complemento, cada estudante desenvolverá pesquisa teórica no domínio científico em que enquadra o seu
trabalho e aprofundará o conhecimento de estratégias metodológicas adequadas à concretização da investigação, sob a orientação do seu
orientador científico.

Trabalho de Projeto

Os estudantes deverão produzir um relatório de projeto, devidamente sustentado do ponto de vista teórico e prático, sob a orientação de
um professor/investigador. Para o desenvolvimento de um projeto de investigação-ação é essencial:
CP1. A identificação da problemática de intervenção
CP2. A realização de um diagnóstico de necessidades
CP3. A construção do enquadramento teórico de suporte
CP4. O planeamento da intervenção e das técnicas de recolha de dados
CP5. A realização e avaliação da intervenção
CP6. A redação do trabalho final
CP7- Apresentação e discussão dos resultados
Os estudantes deverão mobilizar os conteúdos e os conhecimentos teórico-práticos lecionados nas unidades curriculares dos 1º e 2º
semestres do curso. Em complemento, cada estudante desenvolverá pesquisa teórica no domínio científico em que enquadra o seu
trabalho e aprofundará o conhecimento de estratégias metodológicas adequadas à concretização do seu projeto, sob a orientação do seu
orientador científico


Condições de acesso

  1. Titulares do grau de Licenciado ou equivalente legal conferido por instituição de ensino superior nacional nas áreas da Saúde (área de especialização em Intervenção em Saúde), das Ciências Sociais e do Comportamento ou dos Serviços Sociais (área de especialização em Intervenção Social e Educativa);
  2. Titulares de grau académico superior estrangeiro, ou equivalente legal, conferido na sequência de um 1.º CE conforme os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo nas áreas referidas no ponto 1;
  3. Titulares de grau académico superior estrangeiro, reconhecido pelo Conselho Técnico-científico (CTC) da Escola Superior de Saúde (na área de especialização Intervenção em Saúde) e da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (na área de especialização de Intervenção Social e Educativa) do Politécnico de Leiria, cumprindo os objetivos do grau de licenciado nas áreas referidas no ponto 1;
  4. Detentores de currículo escolar, científico ou profissional, reconhecido pelo CTC da ESSLei ou da ESECS, como atestando capacidade para realização do CE.
  5. Estudantes que estejam em fase de conclusão do curso de licenciatura nas áreas de formação cuja detenção é requerida para ingresso no curso e que declarem esse facto na candidatura.

Estudante internacional
Todas as informações relacionadas com a candidatura do Estudante Internacional ao Politécnico de Leiria devem ser consultadas na  página de Candidaturas de Estudantes Internacionais.

Edital

Edital 2026 (Retificado)

Acreditação

Estado: Acreditado
Nº de anos de acreditação: 3
Data da publicação: 22-02-2024
Acreditação A3ES

Mais informações

Para mais esclarecimentos acerca do mestrado contacte:
gfa@esslei.pt

Candidatura

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Taxa de candidatura

60 €

Taxa de matrícula/inscrição

Contingente geral: 50€*
Contingente estudante internacional: 100€*

*Inclui seguro escolar

Propina anual

Contingente geral: 1140€
Contingente estudante internacional: 3000€